Wednesday, April 18, 2012

Levi's lança marca para jovens asiáticos

http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/levis-lanca-marca-para-jovens-asiaticos/


O que podemos aprender com uma empresa que tem mais de 150 anos de mercardo, 11.400 empregados, que criou um dos produtos mais consumidos da história, e em 2008, faturou mais de US$4 bilhões? A resposta é simples: se reinventar a cada dia, saber quem é seu público e ter visão de mercado.

A Levi Strauss & Co. lançou a dENiZEN, uma nova marca global para o mercado asiático. Segundo a empresa, além do tradicional jeans de qualidade, sua nova marca oferece um caimento perfeito, para a nova geracão desse mercado em ascensão.

Demonstrando conhecimento do público, os jeans da dENiZEN vão ter as medidas da cintura, do cós e o comprimento das pernas menores do que os modelos tradicionais. Outro atrativo é que normalmente uma calca jeans Levi’s é vendida na China por mais de US$ 100, mas os modelos da dENiZEN serão vendidos por volta de US$ 40 e US$ 60. Mesmo assim, o preço ainda é entre 10% a 15% mais alto do que o praticado pela concorrência local.

Pela primeira vez na história da Levi’s, a empresa cria uma marca fora dos Estados Unidos. A sede da dENiZEN é localizada em Hong Kong. Assim ficará mais fácil para a marca penetrar não apenas na segunda maior economia mundial, a China, já que até o final do ano a grife pretende abrir 50 lojas no país, mas também em outros mercados emergentes, como Índia, Singapura e Coreia do Sul.

Papa de Empreendedor June 18th, 2009

June 18th, 2009 in Tecnologia |

O que a crise americana, produtos sustentáveis e Ronaldo têm em comum?
Com a chegada da crise financeira nos Estados Unidos, gráficos apontam um declínio nas vendas no varejo maior que a crise de 1991, um período em que a sociedade passou por grandes transformações, como a Guerra do Golfo, fim da União Soviética e crise na Índia.

E como essa crise está afetando o comportamento dos americanos? Observa-se uma nova tendência na sociedade americana. Símbolos do “American Way of Life” não são mais contemplados. Não é mais “cool” comprar carros grandes, pois eles consomem muito, existe uma procura por casas menores o “small house movement”, celebridades (tentam) não aparecer gastando os tubos com roupas e jóias e até mesmo a famosa Fashion Week de Nova York foi minguada este ano.

As grifes não gastaram tanto com desfiles, que foram menores e portanto com um número menor de convidados. Em visita a São Paulo, o sócio e administrador das marcas de Marc Jacobs, Robert Duffy disse para a revista Marie Claire: “A diminuição do evento foi uma necessidade, uma resposta à cobrança de como íamos nos posicionar na crise. Nossa responsabilidade é com as pessoas que trabalham pra gente e nossos recursos foram aplicados desta forma. Além desta loja em parceria com a NK Store, todas as outras lojas são próprias, então temos muitos empregados e preferimos mantê-los a fazer um desfile ostensivo”.

E essa mentalidade “saving is cool” está fazendo a diferença? Bom, o Wal-Mart, conhecido por ser voraz com seus fornecedores, criou a “Food & Agriculture Network“. É um projeto que promove a compra e venda de produtos sustentáveis, tomam cuidado em escolher fornecedores que não agridam o meio ambiente e pagam um preço justo por isso. Podemos concluir que essa mentalidade é algo real e vem sendo fundamentada por muitos durante muito tempo, apesar de muitos outros acharem que ela tinha sido enterrada em 1984, junto com Chico Mendes.

E o que Ronaldo tem a ver com tudo isso? Acostumado a todo o luxo que poucas pessoas no mundo podem ter, nosso atacante Ronaldo está se apoiando no que é real, verdadeiro e necessário para ele, o futebol. Para isso, ele trocou as escalas Paris, Milão e Barcelona, por Itápolis, Marilia e Barueri e me parece feliz com sua escolha.

O que esses tópicos têm em comum? Todos eles nos avisam que estamos passando por uma transformação e resta saber se estamos preparados. Você está preparado para viver com o necessário? Você está preparado a vender ou fabricar produtos sustentáveis? Lucrar menos e pagar um preço justo e, por consequência, melhorar a qualidade de vida de todos? Não sei, mas você pode nos dizer, deixe seu comentário!

Reel